terça-feira, 22 de maio de 2012

Porque os Católicos veneram Maria?


Os católicos veneram Maria, porque Deus a escolheu para ser a Mãe de seu Filho, Jesus. Nosso amor e veneração com a Mãe do Filho de Deus encarnado já se encontram mencionados no evangelho, quando ela mesma diz: “Todas as gerações me chamarão bem-aventurada.” (Lc 1,48.) Demonstramos nosso amor à Virgem Maria nas festas que a Igreja celebra em seu louvor ou quando rezamos o Rosário, contemplando Jesus com Maria. Mas também a cada dia, quando nos dirigimos a ela pedindo seu auxílio, quando rezamos com amor a “Ave Maria”, quando colocamos sob sua proteção materna nossa vida.

Adoramos somente a Deus. A Maria dedicamos especial amor, à imitação do respeito e da confiança que seu próprio Filho, Jesus, lhe dedicou. Ela é a criatura que está mais próxima do Senhor. Interessa-se por nós, ama-nos como a filhos queridos, pois o próprio Jesus nos confiou a ela: “Mulher, eis o teu filho” (Jo 19,26). Por isso podemo-nos dirigir a ela, confiando em sua intercessão em todas as nossas necessidades.

Jesus mesmo mostrou como lhe agradava a intercessão de Maria, quando for ocasião das Bodas de Caná, a pedido de sua mãe, realizou o primeiro sinal (cf. Jo 2,1-11). Quanto mais assemelhado a Cristo, tanto mais os cristãos devem nutrir os sentimentos de veneração e estima filial que Jesus nutria para com a sua mãe. Algumas denominações protestantes mais tradicionais não reproduzem mais os duros ataques dirigidos à devoção Mariana, persistentes em grupos mais recentes.
 

quinta-feira, 17 de maio de 2012

A experiência da nova evangelização

        Não importa quanto demore para que a promessa de Deus se cumpra em nossas vidas, mas eu posso afirmar para você, sem medo, que no tempo de Deus a Sua promessa irá se cumprir, assim como se cumpriu na vida de Paulo.

E é belo ver essa fidelidade de Deus em nossa vida. O próprio apóstolo Paulo não foi acolhido pelos outros apóstolos no início, foi perseguido até pelos que haviam sido amigos dele, por isso, resolveu levar a Palavra para os pagãos, já que os judeus não davam valor aos ensinamentos de Jesus.

Você já perguntou a Deus qual é a vontade d'Ele para sua vida ou até hoje você tentou impor a sua vontade acima de tudo? É preciso enxergar a ação de Deus, mesmo nos pequenos atos, e procurar compreender o porquê das coisas, mesmo que sejam nossas próprias quedas.

Muitas vezes, os desígnios de Deus não vão ao encontro da nossa vontade. Na primeira vez que senti o chamado ao sacerdócio, aquilo me parecia loucura e lutei contra aquilo, porque não era minha vontade. Pensava que eu jamais poderia ser sacerdote com todos os pecados que já tinha cometido.

O padre da minha paróquia me aconselhou, mostrando que independente do meu passado eu poderia, sim, servir a Deus como sacerdote. Mas mesmo assim eu ainda relutava, por isso, diante da minha negação ele sugeriu que eu continuasse vivendo minha vida normalmente, e se quisesse fosse viver um namoro santo, porque se fosse da vontade de Deus o meu sacerdócio eu voltaria [a pensar em ser padre].

Após algum tempo comecei a namorar uma menina do grupo de oração, mas após quatro meses vi que minha verdadeira paixão era pelo altar e pela cruz, e não adiantava lutar contra isso.

Precisamos entender que não há outra possibilidade de encontrarmos as respostas para nossos questionamentos se não for em Jesus Cristo.

Peça ao Espírito Santo que lhe dê a graça de ser como o apóstolo Paulo para que, por meio dela, você aceite a vontade de Deus em sua vida. Porque não importa o quão distante de Cristo vivemos até hoje, a morte d'Ele na cruz também foi para nos salvar.

A intimidade e a entrega total a Jesus Cristo são a maior prova de que podemos dar ao sacrifício de Deus por nós. Ele que nos fez capaz de viver na fé, transmitindo aos que ainda não O conhecem essa experiência de amor.

A Igreja tem chamado a nossa atenção para a nova evangelização, pois ela precisa atingir o homem contemporâneo. Devemos readquirir o gosto da Palavra e do Pão da Vida, pois este é o único caminho para chegarmos à salvação.

O conteúdo da evangelização de Paulo e da nova evangelização não muda, continua sendo mesmo: "Convertei-vos e crede no Evangelho" (Mc 1, 15). E a conversão significa reconsiderar o modo de viver, deixando que Deus entre em todas as áreas da nossa vida, trazendo um novo sentido para nossa existência.

O mesmo Espírito Santo, que conduziu o apóstolo dos gentios, quer conduzi-lo hoje, e só depende de você viver essa experiência na sua vida. A verdade de Deus já foi colocada no seu coração pelo sacramento do batismo, você só precisa deixar que ela germine, cresça e dê frutos.

                                                         
                                                                                                                                                         

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Festa de Madre Rosa - Comunidade da Rocinha/RN












A comunidade da Rocinha em São José do Mipibu, celebrou de 2 à 6 deste mês, com bastante alegria e devoção, os festejos de sua padroeira, a Beata Ana Rosa Gattorno. Com o empenho de toda comunidade pudemos este ano viver estes dias de graça, onde unidos à Paróquia atendemos o convite de estarmos em comunhão celebrando os seus 250 anos de evangelização, em torno à Eucaristia nas terras do Mipibu. Louvamos ao Senhor, Sumo Bem de Madre Rosa, que nos proporcionou mais um ano poder celebrar tão grande mulher.
                                                       Fonte: informefsa.blogspot.com.br

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Reflexão: A PAZ

  
Temos que ensinar a paz, porque a paz não se consegue com tratados, com convênios nem com documento algum, senão que a paz cada um devemos buscá-la dentro de nós mesmos. Educar as pessoas, instruí-las para que cada uma comece a buscar dentro de si a paz.
 
Não podemos conseguir a paz enquanto a pessoa esteja cheia de ambições, orgulho, querendo sobressair e se fazer sentir sobre os demais, como o mais poderoso.
 
Temos, como exemplo, os Estados Unidos, a Rússia, a Inglaterra e muitos outros que querem pela força dominar o mundo, apoderar-se. Por isso há guerras, porque um país, por pequeno que seja, se faz respeitar pelo invasor.

 É até ridículo e vergonhoso ouvir aos grandes intelectuais falar de paz, sem terem eles um momento de paz dentro de si mesmos. Este tipo de ignorantes crê que a paz é conseguida com discursos e palavras rebuscadas em enciclopédias, dicionários, estando por dentro podres de orgulho, vinganças, medo; e o pior de tudo é que ignoram seu estado interior e se crêem super-homens.
Como querem os governos conseguir paz em seus países, exigindo maiores impostos, a despesa familiar subindo diariamente, as enfermidades avançando pela desnutrição do povo e, não obstante, a qualquer um que lhes reclame seus direitos, tratam-no de comunista, revoltoso, guerrilheiro. Com este disfarce tapam a boca do povo, para que todos tenham medo e não possam reclamar. E, se o fizerem, para isso estão os grupos secretos, para calá-los.

 Assim é como se vê os assassinatos nos campos. Já não há quem cultive a terra com medo de ser assassinado com sua família. Mas, não obstante, enche-se-lhes a boca, falando de paz, democracia, e não sabem sequer o que é democracia e, se o sabem, calam-no.
 Em todo país onde há monopólio de imprensa, onde ninguém pode falar pelo rádio ou por escrito, que democracia pode haver?

 Estou demonstrando que democracia é uma palavra ou disfarce, para contentar o povo. Porém, se vamos aos fatos, demonstra-se o contrário, porque os fatos falam por si mesmos.
 O povo, descontente pelas más administrações, confundido, sem ter a quem se queixar, porque os códigos e as leis favorecem à sem-vergonhice e ao que tenha dinheiro, ou porque pertença à determinado partido político, ou famílias intocáveis. Por isto se formam as guerrilhas, já que são o resultado da grande injustiça social e moral.

 As pessoas sem nenhuma educação ou orientação crêem que o caminho correto é empunhar as armas e se lançar para reclamar seus direitos que por lei correspondem a cada cidadão, não tendo eles em conta que existe outro fator delicado e ao qual merece ser posto muita atenção, que é o comunismo internacional, sem saber sequer o que quer dizer comunista.

 Toda família, grande ou pequena, rica ou pobre, e toda organização pode também ser chamada comunista, porque a palavra comunista bem de comunidade.

 Todo lar e toda organização têm seu chefe. No lar é o pai de família, é ele quem distribui o dinheiro para satisfazer às necessidade nesse lar. Que é isto? Comunismo! Que é uma comunidade em miniatura, porém, o é.

 O mal do comunismo internacional é o marxismo-leninismo, em que querem submeter a mente humana a seus caprichos ou ao ateísmo, que é a parte que converte em besta o ser humano. Porque, segundo ele, não existe Deus, nem as hierarquias divinas. Ou seja, que o planeta saiu do nada, segundo eles.

 Esta lavagem cerebral fazem-na a cada candidato que estão conquistando para engrossar suas fileiras.

 Com isto quero esclarecer os mal-entendidos que existem sobre o comunismo, separando o mal do bem e o bem do mal. Ou seja, que não podemos falar sobre o comunismo como coisa nociva. Podemos falar de nocivo do marxismo-leninismo, que quer acabar e negar a parte espiritual, a que cada ser humano tem direito para pensar e opinar.

 Quando nós começamos a tirar os agregados psíquicos, vai chegando a paz gradualmente ao nosso coração, à nossa alma. E essa paz repercute em todas as pessoas que nos rodeiam e que, em realidade, anelam ter a paz. Também devemos compartilhar com eles este conhecimento, para benefício da humanidade.

 A paz. Fala-se muita da paz. Porém, a paz fora de nós não é verdadeira. Conseguimo-la dentro de nós, se de verdade trabalhamos, tirando os agregados psíquicos, tais como o ódio, a vingança, cobiça, orgulho, etc, etc. Não existe outra fórmula que possa servir à humanidade.
 Há muitas maneiras em que o Movimento Gnóstico pode ajudar a humanidade. Sei que nós, como primeira ordem, o que temos que semear é a paz, porque a paz é fundamental para evitar uma futura guerra mundial, a qual todos tememos.

 Estes tratados de paz são muito bonitos. Porém, em realidade, a estamos buscando fora, exteriormente, quando a paz verdadeira e duradoura é a interior.

 Se nós começamos a nos transformar psiquicamente, poderemos conseguir a paz. E o Movimento Gnóstico Cristão Universal ensina ao homem verdadeiramente que a paz não se consegue em livros ou em tratados; senão que todos temos que buscá-la dentro de nós mesmos, e ensinamos os métodos para que a pessoa comece a trabalhar sobre sua psique e vá mudando sua forma de viver, sua forma de atuar ante a sociedade e antes as leis de cada país. Ou seja, que este trabalho é muito duro, porque, em realidade, as pessoas têm muita preguiça de se meter e enfrentar o que o homem deve fazer, se é que verdadeiramente amamos a paz e a humanidade.

V.M. Rabolú

O segredo da paciência


“Vale mais ter paciência do que ser valente; é melhor saber se controlar do que conquistar cidades inteiras” (Provérbios 16,32).

Um dos sentimentos mais perturbadores da atualidade tem nome: impaciência! A falta de paciência tem feito com que muitas pessoas se desesperem quando entram em contato com esta realidade na vida. Muitos conflitos, raivas e mágoas têm ganhado vida devido à impaciência. Mas o que desencadeia esse sentimento? Como podemos exercitar a paciência em nossa vida? Como controlar a falta dessa virtude? Quais os segredos para ser paciente?

Paciência é uma virtude. Poderíamos defini-la como a capacidade de autocontrole diante de inúmeras realidades que ultrapassam os nossos limites emocionais, sociais e espirituais.


A falta de paciência nasce na vida em função de inúmeros fatores. Fato é que a paciência faz parte do nosso processo humano. Há dias em que acordamos sem essa virtude. As dificuldades começam a se agravar quando a impaciência começa a ocupar grande parcela de nossos pensamentos e, como consequência disso, desestrutura nossa relação com o próximo, com nós mesmos e também com Deus.

Quando o nível de impaciência adquire espaços indevidos em nossa vida, entramos em um campo complexo que necessita de reflexão e, que, na maioria das vezes, exige mudança de atitudes em relação ao que nos rouba a paz interior. Muitos dizem que não têm paciência, mas quando são questionados sobre o que lhes tira a paciência não sabem responder. Quando esta resposta não é clara temos um quadro bastante complexo e que precisa ser analisado tanto na área humana quanto na espiritual. Geralmente quando definimos um sentimento que nos incomoda e não sabemos de onde ele surge, estamos diante de uma realidade que não conhecemos, ou talvez por medo não queiramos entrar em contato com ela. O medo das próprias sombras nos impede de alcançar a luz que ilumina as nossas mais profundas realidades sombrias.

Nem sempre é fácil aceitar o diferente. E esta é uma das realidades que mais roubam a paz de muitas pessoas. Na maioria das vezes desejamos que o outro seja como nós, pense, sinta e veja  o mundo a partir dos nossos olhares. As relações interpessoais estão marcadas pela falta de paciência com o diferente. Muitos casais, após um tempo de namoro ou de casamento, acabam descobrindo que o namorado ou marido, ou a esposa ou a namorada, é uma pessoa diferente daquilo que imaginavam. Quando isso acontece surgem os conflitos internos que desencadeiam, muitas vezes, sérios desentendimentos conjugais e de relacionamento.

Muitos processos de namoro idealizam o outro como o protótipo da perfeição. Imaginam que estão diante de um ser humano perfeito. Quando este mito da perfeição começa a ser desconstruído surge a decepção, a tristeza e a desilusão. Nem sempre é fácil aceitar que durante muito tempo se conviveu com alguém que não era tão perfeito como antes se havia imaginado. Geralmente, quando isso acontece, muitos casais se defrontam com uma verdade com a qual até o momento não haviam tido contato. Superar a ilusão que foi criada e aceitar que o outro não é tão perfeito como se havia imaginado é um processo, muitas vezes, doloroso e que só é superado com muita compreensão e paciência.

Santo do dia 07/05 - Santa Flávia Domitila


Era esposa do governador romano chamado Flávio Clemente, pertencente à família dos flavianos.

Os imperadores Vespaziano, Tito e Domiciano pertenciam também a esta família. Os dois primeiros não aplicaram o edito de Nero, que tornava cada cristão um criminoso, mas Domiciano sim. Com interesses econômicos e de impostos, oprimia judeus e cristãos.

Flávia, cujo marido permitia que ela vivesse a fé, vivia a caridade. Socorria os pobres, cuidava do enterro dos mártires. Porém, seu esposo foi assassinado por Domiciano, que não admitia ter uma cristã em sua família. Ele então desterrou Flávia para uma ilha, onde sofreu muitos maus tratos e foi martirizada.

Peçamos a intercessão da santa de hoje, para que o nosso testemunho seja atual na fé e expresso na caridade.

Santa Flávia Domitila, rogai por nós!



Fonte: www.cancaonova.com

Mensagem do dia

 
Mães!

Duas mulheres discutiam na presença do rei:
"Meu filho está vivo, o teu está morto".
"Não é verdade! O meu está vivo".

Disse então o rei Salomão:
"Cortai o menino vivo em dois,
e dai metade a uma e metade à outra".

A mulher cujo filho estava vivo sentiu
nas entranhas tal compaixão por seu filho,
que disse ao rei:
"Por favor, dai a ela o menino vivo".
E o rei soube que esta
era a mãe do menino.

(Cf I Reis 3,16-27)

Do livro: Feliz dia das mães! de coração.