Sexta-feira Santa, dia em que, unidos à Igreja,
recordamos, com dor, a Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, Redentor da
humanidade. Dia de reflexão, discrição, oração, reclusão e comedimento.
Único dia do ano em que não há Celebração Eucarística na Igreja. Não é
momento de algazarras, bebedeiras e desrespeito, mas sim de silêncio e
recolhimento.
Dia de refletirmos em que precisamos melhorar e mudar em reparação aos nossos pecados e aos do mundo inteiro, de forma a amenizarmos a dor de Cristo e transformarmos o curso da história. Dia especial de sermos fiéis aos Mandamentos de Deus, sobretudo no que diz respeito ao amor ao próximo e à santidade.
Na Sexta-feira Santa, à noite, geralmente é realizada uma procissão ou a Via-Sacra nas paróquias, recordando as 14 estações que representam a Morte de Jesus. A Igreja convida-nos, durante o tempo da Quaresma e depois também todas as sextas-feiras do ano (em memória à Sexta-feira Santa), ao jejum e a penitências.
Na imagem de Jesus Crucificado contemplamos a vitória da vida sobre a morte, certos de que Cristo ressuscitou.
No entanto, não é dia de dar ênfase apenas ao flagelo de Cristo, mas de refletir sobre a Sua morte vitoriosa, a sua bem-aventurada e gloriosa Paixão em cumprimento às promessas de Deus. No Sábado Santo, à noite, adentramos na Vigília Pascal, quando o Círio Pascal é acesso, para celebrarmos, no Domingo de Páscoa, a Ressurreição de Cristo, com a celebração da Missa da Ressurreição.
Dia de refletirmos em que precisamos melhorar e mudar em reparação aos nossos pecados e aos do mundo inteiro, de forma a amenizarmos a dor de Cristo e transformarmos o curso da história. Dia especial de sermos fiéis aos Mandamentos de Deus, sobretudo no que diz respeito ao amor ao próximo e à santidade.
Na Sexta-feira Santa, à noite, geralmente é realizada uma procissão ou a Via-Sacra nas paróquias, recordando as 14 estações que representam a Morte de Jesus. A Igreja convida-nos, durante o tempo da Quaresma e depois também todas as sextas-feiras do ano (em memória à Sexta-feira Santa), ao jejum e a penitências.
Na imagem de Jesus Crucificado contemplamos a vitória da vida sobre a morte, certos de que Cristo ressuscitou.
No entanto, não é dia de dar ênfase apenas ao flagelo de Cristo, mas de refletir sobre a Sua morte vitoriosa, a sua bem-aventurada e gloriosa Paixão em cumprimento às promessas de Deus. No Sábado Santo, à noite, adentramos na Vigília Pascal, quando o Círio Pascal é acesso, para celebrarmos, no Domingo de Páscoa, a Ressurreição de Cristo, com a celebração da Missa da Ressurreição.

Arquivo/cancaonova.com
Nós somos um povo pascal e encontramos em Nosso Senhor Jesus Cristo, vivo e ressuscitado, nosso Alimento de vida eterna por intermédio de Sua Palavra, Corpo, Sangue, Alma e Divindade e o caminho e a salvação por ser a nossa Luz, nosso Senhor e Mestre.
“Vinde, portanto, vós todas as nações da terra oprimidas pelo crime e recebei a remissão dos pecados. Eu sou o vosso perdão, a Páscoa da salvação, o cordeiro por vós imolado, a água que vos purifica, a vossa vida, a vossa ressurreição, a vossa luz, a vossa salvação. Eu vos ressuscitarei e vos mostrarei o Pai que está nos Céus.” (Homilia da Páscoa de São Jerônimo no ano 392).
Fonte: www.cancaonova.com
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